Depois da junção com a Concord, BMG diz que não se vê como a "quarta major"
O diretor de transformação Kent Hoskins chama o negócio de "combinação" e diz que a empresa é mais editora do que gravadora

BMG e Concord, empresas de direitos musicais, agora são uma só. No Music Ally Publishing Summit, o diretor de transformação Kent Hoskins chamou o negócio de "combinação", e não de fusão ou aquisição: segundo ele, as duas têm mais ou menos o mesmo tamanho, e cada uma deve fechar 2026 com cerca de US$ 1 bilhão de receita. A empresa combinada mira mais de US$ 2,5 bilhões de receita anual no médio prazo, segundo a própria BMG, citada pelo jornal alemão Börsen-Zeitung. Perguntado se isso a torna a "quarta major", ao lado de Universal, Sony e Warner, as três maiores gravadoras do mundo, Hoskins disse que não. "Somos uma editora maior do que somos uma gravadora", afirmou. Editora é a empresa que administra os direitos da composição, a música e a letra, enquanto a gravadora cuida da gravação.
Sobre licenças para empresas de música feita com inteligência artificial, Hoskins disse que, nessas plataformas, a necessidade da gravação e da composição é parecida, e que as editoras estão indo às negociações pedindo divisão de 50% para cada lado.



